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Situação histórica: Num vale cercado de montanhas, no Norte (Serra de Arga) situa-se a povoação da Aldeia de Mouros, antigo feudo Foz do Minho. Foi legada no ano 1071 por Dom Garcia ao bispo de tuy, Dom Jorge.
Esta herança foi revogada em 1125 pela Rainha Dona Teresa, ao bispo Dom Alfonso. Sobre o rio que atravessa Vilar de Mouros (rio Coura) há uma ponte, de estilo romano, de três arcos, construção provável século Xll...
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Vilar de Mouros é sem dúvida um nome mundialmente conhecido.A qualidade desta terra não se resume aos aspectos relacionados com a música e ao seu festival. Antes
pelo contrário, foi devido às suas qualidades impares que nasceu, o Festival de Vilar de Mouros. Compreende-se portanto que este festival, o mais mediático deste país, e que arrasta multidões das diversas faixas etárias e sociais, tenha tido a sua génese em razão das belezas naturais desta freguesia. São marcantes a praia fluvial no rio Coura e as suas Azenhas e é marcante o património histórico vilarmourense onde a Ponte românica tem a sua expressão máxima.Mais motivos para visitar esta terra não faltam, basta viajar por este site e verificar.
Vilar de mouros
Situação histórica: Num vale cercado de montanhas, no Norte (Serra de Arga) situa-se a povoação da Aldeia de Mouros, antigo feudo Foz do Minho. Foi legada no ano 1071 por Dom Garcia ao bispo de tuy, Dom Jorge. Esta herança foi revogada em 1125 pela Rainha Dona Teresa, ao bispo Dom Alfonso. Sobre o rio que atravessa Vilar de Mouros (rio Coura) há uma ponte, de estilo romano, de três arcos, construção provável século XII.
Apesar de algumas transformações de ordem paisagística e arquitectural que, por vezes, constituem autênticas agressões ao património natural e cultural, a freguesia de Vilar de Mouros ainda conserva aquele ar rural que lhe é peculiar e que atrai inúmeras pessoas durante o ano.
Pertencente ao concelho de Caminha, a freguesia de Vilar de Mouros situa-se entre os montes de Goios, Pena, Gávea e Viso.
Com acessos pela Nacional 13, logo depois de Seixas, ou pela Nacional 301 que segue pelo Vale do Coura em direcção a Paredes de Coura, Vilar de Mouros está sempre à espera de quem precise se integrar mais e melhor com a natureza, sem deixar de ter o apoio de um comércio local a atender às suas mais emergentes solicitações.
Não é só porque se realizaram vários festivais de música nesta freguesia, que ela é conhecida, de norte a sul do país, e no estrangeiro também. Festivais que entre grandes nomes, já contou até, com Elton John.
Vilar de Mouros, uma das jóias dos tesouros do concelho de Caminha, é atracção para os festivais porque conta com espectaculares belezas naturais. São, portanto, as suas características naturais que motivam os promotores dos festivais.E quais são essas belezas naturais?
Falta espaço aqui neste site para se ser justo, ao se falar sobre Vilar de Mouros, e, as fotos não são, por si só, capazes de dar essa ideia.
O Rio Coura com as suas águas limpas a correr pelo meio da freguesia convida as pessoas a se banharem em vários pontos do seu leito, mas muito especialmente juntos às azenhas, onde a praia fluvial assume um maior protagonismo.
A ruralidade desta freguesia são atractivos para quem dá valor à natureza.
Natureza ainda não agredida na forma como vem acontecendo em tantos outros locais, outrora, quase iguais a este.
Ainda a respeito da história desta freguesia, no livro "Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do Tombo" diz textualmente:
Salvador da Torre
«Vilar de Mouros é mencionada no inventário dos bens do mosteiro de São Salvador da Torre, de 1068.
Em 1071, o rei Garcia da Galiza coutou-a a favor da Sé de Tui.
As Inquirições de 1258 incluem-na no julgado de Cerveira, no território de Entre Lima e Minho, do bispado de Tui.
Na avaliação dos bens da comarca de Valença, mandada elaborar pelo arcebispo de Braga entre 1545 e 1549, Vilar de Mouros pertencia já a Caminha.
A Actual matriz foi construída em 1553 e sagrada pelo arcebispo de Braga, D. Frei Baltasar Limpo, sendo aí pároco um se sobrinho de nome Belchior.
Américo Costa descreve-a como vigarairia da apresentação do Chantre da Sé de Braga que manteve este direito até, pelo menos, 1768. Foi anexada a Caminha em 1911, separando-se dela em 1936.
Vilar de Mouros, é portanto anterior à nacionalidade portuguesa, donde se percebe que, o gosto dos antepassados também confluíam para estas terras ribeirinhas do Rio Coura.»
( Fontes consultadas: Caminha e seu Concelho, Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do Tombo e Freguesias Autarcas do Século XXI )
Restaurantes
Rest. Bar Encontro
Endereço Funchal-Vilar de Mouros
Telefone 258 727 656
Fax -
Idiomas PO FR
Guia
CARACTERíSTICAS
Cozinha Salas Capacidade Parking (estacionamento)
- -- --- Sim
Junta de Freguesia
Largo da Torre -Vilar de Mouros
Telef: 258 727 373
Presidente da Junta- Carlos Alberto da Cunha Alves
Secretário da Junta- Basílio Alexandre G. Barrocas
Tesoureiro da Junta- Horácio José Morada dos Santos
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