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Nasceu em Ponte S. Vicente, concelho de Vila Verde, há trinta anos, numa família dedicada á gastronomia há mais de meio século, com presenças e prémios nacionais e internacionais, com gosto no que fazem e divulgam. Carlos Torres, segue a linha genealógica nesse património imaterial, onde confecionar boa comida, regional e internacional, é a sua actividade profissional. Depois de Vila Verde, o grupo empresarial da família estabeleceu-se por Braga, Porto e Póvoa de Varzim.
Jovem, dinâmico, o Chef Carlos Torres alistara-se há meses no concurso nacional de Cozinheiro Chefe do Ano (CCA), promovido pela Inter Magazine desde 1989, com apoio do Turismo de Portugal, Escolas de Turismo e Prochef.
O candidato do Baixo Minho venceu as provas das etapas regionais, obtendo então, já um honroso 6º lugar na classificação geral; mas, com ambição e empenho, preparou-se para a Final Nacional que durou seis horas e decorreu nas caves da Real Companhia Velha, em Vila Nova de Gaia.
Carlos, foi assim ao palco nacional da gastronomia, ao lado de Chefs de reputados hotéis e de restaurantes citadinos, subindo ao 4º lugar; o elenco do país passa agora a incluir a culinária da família Torres, o herdeiro Carlos, que com o mano Pedro, dirigem os espaços éLeBê no litoral nortenho.
E, que pratos em análise, perguntarão os leitores? Ora, sem segredo algum, o Chef Carlos Torres, apresentou – nos o cardápio elaborado para as provas em que participou: creme leve de legumes frescos e ameijoa do Algarve; Bacalhau confitado em companhia de carabineiro e espuma de camarão e Cabritinho assado no forno. Na sobremesa, uma referência á quadra natalícia e receita caseira: rabanadas á dona Augusta.
Em nome pessoal e do Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, os nossos aplausos! Carlos Torres já participou em eventos do nosso grupo; recordamos, p.e. o jantar com 300 comensais no Parlamento Europeu em Bruxelas, a 2 de Abril de 2019, a convite do então eurodeputado da Comissão Alimentar e Saúde Pública, José Inácio Faria, com menús de bacalhau e delícias do Sarrabulho.
Para o próximo ano, caso a pandemia o permite, desejamos que o ora premiado melhor cozinheiro do Entre Douro e Minho 2021, integre a equipa de colaboradores em missões do nosso Clube à Bélgica e França, e cá dentro, na região de Lisboa.