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Considerando situações normais, equilibradas e harmoniosas, debrucemo-nos, então, com otimismo, para a relevância que tem a intervenção do Pai, no acompanhamento dos filhos, na sua educação, formação e preparação para a vida ativa, partindo do pressuposto que ele é um homem de bons princípios, valores e sentimentos nobres, que enaltecem a pessoa humana e, por conseguinte, será sempre um excelente cidadão, perante a sociedade, um autêntico líder, obviamente, em harmonia com a esposa, no seio da família.
É este Pai que hoje queremos prestigiar, dignificar e adotar como paradigma a seguir: um Pai extremoso, mas firme; um Pai educador, mas tolerante; um Pai companheiro, mas respeitador; um Pai solidário, mas rigoroso; um Pai juiz, mas imparcial; um Pai presente, mas vigilante, enfim, um Pai, amigo, companheiro, leal, que diz um sim com firmeza e um não com carinho, sempre que tal postura se torne necessária para a melhor formação dos filhos.
O exercício deste papel de Pai, afinal, nem será assim tão difícil, porque o fundamental, que são os bons exemplos, em todas as dimensões humanas, desde logo a partir: do trabalho profissional e honesto da poupança, do estudo, da boa educação, da amabilidade sincera, da recusa ao recurso da bajulação e da hipocrisia, da intervenção cívica, do respeito, do amor e da humildade no seio familiar, tudo isto pode, e deve, ser passado para o filho, e deste para os seus descendentes, e assim sucessivamente, até que possamos ter uma sociedade de mulheres e homens, verdadeiramente dignos e humanistas.
O privilégio de se ter um Pai, tal como uma Mãe, dos quais nos possamos orgulhar, é como uma “Dádiva Divina”, por isso, tudo o que pudermos fazer pelo nosso Pai, para que ele tenha uma velhice tranquila, confortável, feliz e digna, devemos assumir tal compromisso, sem mais demoras, até porque o Pai é como um farol de orientação nas nossas vidas, uma referência da qual nos devemos sentir honrados, prestigiados e respeitados.
Há um ditado popular que refere o seguinte: “Filho és, Pai serás; como fizeres, assim receberás”. Independentemente de aceitarmos, ou não, o alcance desta filosofia plebeia, temos o dever indeclinável de amar, respeitar e cuidar muito bem do nosso Pai, como, indiscutivelmente, da nossa Mãe, hoje, porém, mais direcionado para o Pai, porque é o dia do ano que, conjuntamente com S. José, lhe dedicamos, embora seja nossa obrigação honrar e venerar o Pai todos os dias do ano, ou melhor, todos os momentos da sua existência.